Archive for category bobagens

A diferença entre homem e mulher explicada em tirinhas

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The bright side of life

Não resisto… precisava disso hoje… e combina com a semana, né?

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Engenhocas do nosso tempo

Por mais que a gente insista em ser moderninho, nós já conhecemos (e utlizamos) coisas que não tem como negar o facto de que já somos um bocadinho pré-históricos… Olhem só os exemplos:

1) Televisão  preto e branco – quem não se lembra? Aquelas com as caixinhas de madeira e cujos botões dos canais exigiam uma força quase sobre-humana… Uma das minhas melhores lembranças da  infância é quando o técnico de reparação ia lá em casa (sim, neste tempo eles iam à casa). Eu punha-me atrás dele e quando ele abria a parte de trás do televisor, eu achava aquilo das coisas mais bonitas do mundo. A primeira operação consistia na limpeza do pó acumulado nas válvulas, mas depois de limpas, que coisa mais linda! Tá aí, minha primeira paixão tecnológica foi por uma válvula.

2) Walkman: Eu já era grandinha quando tive o meu primeiro (coisa ruim de dizer, coloca-me num período anterior ao jurássico). Mas aquilo era caro, por isso tive de esperar algum tempo. Era o nosso MP3 da altura… só que a capacidade não era medida em MB ou GB,  pois cada cassete (lembram-se, cassetes de áudio) só levavam 6 músicas de um lado e 6 músicas do outro…Deprimente…

3) Vitrola:  O nosso leitor de vinil portátil, oh coisinha boa, a gente levava pra todo lado (principalmente pras festinhas onde se dançavam de rosto colado). A tampa servia de coluna…quem se importava com a qualidade do som?

4) Máquina de escrever: A Remington foi o meu presente de Natal quando tinha 10 anos. Adorei! Na altura era o equivalente a ganhar um computador, pois era uma ferramenta e tanto para os trabalhos da escola! Naquelas férias fiz um curso de dactilografia intensivo (eu era a única criança na turma) e até hoje o pessoal fica bobo com a velocidade com que eu escrevo no computador.

6) Telefone de discar: Outro dia eu tentava explicar aos meus filhos como funcionava, sem sucesso. Deprimente…

5) Para finalizar, uma coisita que ainda existe até hoje: as famosas canetas bic. Não é incrível como ainda é a mesma coisa do nosso tempo?

Dos 2 tipos que havia, diz o Nuno Markl na Caderneta de Cromos:

“A bic cristal proporcionava um risco suave enquanto a bic laranja rasgava. Parece que a razão porque toda a gente preferia a bic cristal é porque ela simbolizava uma vida utópica e paradisíaca, onde tudo é suave e transparente, e a bic laranja é uma metáfora para a vida como ela é – obscura, inesperada e capaz de aleijar uma pessoa (quando se escreve na mão).”

Taí, apesar de tudo, eu continuo a preferir a bic cristal.

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Ouvir a conversa dos outros

Não há maneira da gente não prestar atenção na conversa dos outros, né? Sejam os pensamentos que andam pelas nossas cabeças bons ou maus, quando passamos por 2 pessoas a conversar…tudo desaparece e a gente liga a antena! Ainda hoje passando na rua, um senhor na janela e outro na rua:

– Eu só tenho um problema…

– Diga lá, pode ser que eu possa ajudá-lo. (Solicito não?)

– Bem, é que eu tenho um aparelhinho… (Sim, os portugueses não têm aparelhos, têm aparelhinhos, adoram o diminutivo…)

E aí eu perdi o resto da conversa. Mas deixei o meu cérebro correr solto a imaginar o que seria o tal do aparelhinho… a primeira coisa que me ocorreu é que o senhor que ofereceu ajuda era da tv cabo, e o aparelhinho que às vezes incomodava seria um aparelho de ouvido do senhor a entrar em ressonância com outros electrodomésticos… Mas isso não tinha piada nenhuma. O que tinha mesmo piada era ele ter um ‘aparelhinho’ como a sogra do René em ‘Allo, Allo’, debaixo da cama para comunicar com a Resistência. Se a gente pode deixar a imaginação correr solta, porque se contentar com o básico, né? Alguma sugestão?

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Polvo vidente 2

Oh não…será desta vez que o Paul vira arroz?

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Audição

Hoje recebi um e-mail com estatísticas pra tudo, mas essas são especialmente queridas… porque com o avançar da idade, eu já percebi que a gente ouve cada vez pior, ou melhor dizendo, faz de tudo pra não ouvir determinadas coisas… por isso o meu pai não quer colocar aparelho de audição, pra quê? O que ele quer ouvir ele ouve, o resto é ruído de fundo. A audição deve mesmo ser dependente das circunstâncias…

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Helpdesk na Idade Média

Com os meus agradecimentos à Mónica, que me deu a conhecer esta pérola.

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