Archive for category Viagens

Férias…

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Como perder-se em Dusseldorf

Aviso já: não é fácil. A cidade parece grande, mas todas as ruas parece que vão dar ao mesmo lugar. De um lado o Reno e a Altstadt (cidade antiga), do outro a ‘5ª avenida’ alemã, Konigsalle. Entre as duas, é só seguir a multidão e acaba-se no lugar certo. Depois de chegar numa linda noite de lua cheia, apanhei um dia primaveril espectacular. E a Alemanha é adorável no início da Primavera, enfeitam tudo com flores!  O único senão eram as obras na rua, por todo lado. As pessoas são muito agradáveis: na primeira rua em que parei para olhar no mapa, perguntaram logo se eu precisava de ajuda. Gosto de andar nas cidades que visito assim meio sem rumo, de vez em quando vou ao mapa para saber por onde ando. Mas, lá no meio da Altstadt, quando tirava uma foto do restaurante Tante Anna, perdi o mapa. Ups, ficar sem mapa na mão me deixa nervosa, ainda por cima numa cidade não muito preparada para turistas. Depois do ‘pequeno pânico’, estabelecer prioridades: do que preciso? Primeiro dinheiro (um taxi leva a gente em qq lado) depois, um posto de turismo. Na primeira esquina que viro, lá está a caixa de ATM. Na segunda esquina, o posto de turismo! Quem pede, acha! Tá vendo como é difícil a gente se perder em Dus?

Mercado em Carlsplatz / Meninas no parque /Vista do Reno / A Prima Vera

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Carnaval nos Açores

Uma vez que o WordPress não colabora e não me deixa colocar o álbum do flickr de uma forma aceitável, podem visualizar aqui um resumo das fotos da nossa viagem :  Siga la vaca!

 

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Morre o velho, nasce o novo

Li este livro de uma sentada só. Confesso que a parte que mais gostei foi a da Irlanda, o ‘beber’ foi hilariante. O ‘jogar’ francamente não seduz, e o ‘coiso’ na Tailândia, no final das contas virou mesmo ‘amar’, e disso já o outro livro falava.

Mas fiquei imaginando o que faria se pudesse tirar assim um ano da minha vida e viajar pelo mundo…essas coisas acontecem assim com a gente quando vai chegando o fim de ano, começamos a pensar aonde gostaríamos de ir nos próximos… A primeira conclusão que cheguei é a de que 1 ano fora a viajar é demais. Primeiro porque 4 meses em cada país é um frete, como se diz por aqui. Ao fim de um mês já teria conhecido o que havia para conhecer, e os outros 3 ia levar uma vida que poderia levar em qualquer  outro lado. Então ao invés de um ano, já teria reduzido a minha jornada a 3 meses. E o que faria? O ‘beber’ seduz-me consideravelmente, e sendo adepta incondicional de vinho, teria de escolher entre 2 regiões: Califórnia e Toscana. O melhor é não escolher nenhuma delas, e fazer 15 dias em cada uma. Muitos vão dizer ‘mas porque Califórnia, com tanto lugar no mundo com vinho melhor…’ Na verdade fui influenciada pelo filme ‘Sideways’ que assisti assim de surpresa no avião. A maneira como ele descreve o vinho é verdadeira poesia. Deu vontade, pronto. Entrou nos planos.  A toscana já tem a ver com outro filme, ‘Cartas para Julieta’, que eu obriguei a Luisa a ver comigo e resisti bravamente ao pranto, com lágrimas contidas nos olhos. Não há como resistir a histórias de amor que persistem à passagem de 50 anos do nosso tempo!  E daí, ficou como roteiro vinícola também.

Continuando, o meu 2º mês seria em terras de sua majestade, a Rainha da Inglaterra. E tudo porque tenho uma vontade louca de fazer o roteiro de Jane Austen, ou seja, percorrer os ‘shire’ que ela tanto descreve nos seus livros. Days of pure Jane Austen indulgenceVocês acham que é minha imaginação? Pura verdade, verifiquem aí o site. Percorrer lugares onde decorreram romances como ‘Sense and Sensibilitiy’ e ‘Pride and Prejudice’… Este está na minha lista do ‘não-posso-morrer-de-jeito-nenhum-antes-de-fazer’. Vou chamar esta etapa de ‘romancear’. É verbo inventado sim, mas é o que melhor se aplica naquilo que se faz num tour destes.

Aí o terceiro é mais complicado…talvez 3 meses nem fossem demais. Tem a ver com um desejo muuuito antigo de ir a África. Mas não é para visitar lugares bonitos ou fazer safaris fotográficos, o que eu tenho vontade mesmo é de ir aos lugares mais perdidos, aqueles que pouca gente põe lá os pés, e viver o dia a dia com as pessoas que lá estão. Talvez seja meio pueril, a princípio eu achar que posso contribuir de alguma forma para quem já vive lá há milhares de anos, mas acho que a minha viagem é mais egoísta do que isso, eu acho que poderia aprender algo ali que não aprenderia em mais lugar algum do mundo. Já dei o primeiro passo…sou madrinha de uma escola que fica em São Pedro de Manhunha, em Moçambique. Fiz tudo através da helpo. Recebo fotografia da turma e evolução dos seus progressos como recompensa. Um dia quero ir visitá-los pessoalmente. Acho que posso chamar essa parte, sem dúvida, de ‘partilhar’. E como partilhar é muito bom, aceitam-se candidatos para tão bravas jornadas…

Sejam quais forem os vossos desejos, que tenham um 2011 cheio de realizações!

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Les chouchouteuses

 Olha só pra essas meninas sentadas assim num cantinho na Rua de St. Paul Ouest em Montreal… não são adoráveis? São as fofoqueiras (conforme plaquinha na parede) ou coscuvilheiras. Não dá vontade de sentar assim no banco à beira delas e ficar ouvindo a conversa? (Carrega na foto).

Chega mais perto menina, que eu te conto um segredo… fica só entre nós 4, tá?

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Broken Bicycles in NY

Broken bicycles, old busted chains
With rusted handle bars, out in the rain
Somebody must have an orphanage for
All these things that nobody wants any more
September’s reminding July
It’s time to be saying goodbye
Summer is gone, but our love will remain
Like old broken bicycles out in the rain

Broken bicycles, don’t tell my folks
There’s all those playing cards pinned to the spokes
Laid down like skeletons out on the lawn
The wheels won’t turn when the other has gone
The seasons can turn on a dime
Somehow I forget every time
For all the things that you’ve given me will always stay
Broken, but I’ll never throw them away

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Berlin Alexander Platz

Não, não é o filme. Há um ano e 7 meses atrás, eu lá no meio da praça, tudo coberto de neve, o dom ao fundo, e essa fonte com Poseidon no meio…Alexander Platz está à direita. Mas o que interessa é eu girando ali, olhando pra todos os lados, cada coisa mais linda que a outra, tanta história no meio de tão pouco metro quadrado… Quanta saudade de Berlim! E essa música que me consola…

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